Av. Vereador José Diniz 2270, CEP: 04604-003- Brooklin - São Paulo - SP - Brasil. Tel. +55 (11) 5090-5080/ (11) 9 8437-9824

  • Home
  • Em Foco
  • Artigos
  • Inteligência Artificial e Cibersegurança na Saúde

Inteligência Artificial e Cibersegurança na Saúde

  1. O que diz a resolução CFM 2.454/2026?

A resolução CFM 2.454/2026 declara que a IA é reconhecida oficialmente como apoio à decisão clínica e gestão, todavia a avaliação oficial deve ser feita obrigatoriamente por um médico.

  1. A IA pode fazer diagnósticos?

Não, apesar de ser uma ferramenta para auxílio dos diagnósticos a palavra final ainda deve ser dada pelo médico responsável.

  1. Softwares são classificados como dispositivos médicos?

Sim, atualmente há softwares desenvolvidos com o propósito atuarem como dispositivos médicos.

  1. Qual a RDC que aborda Software como dispositivo médico?

A RDC 657/2022 aborda os critérios para classificação e regularização de um Software como dispositivo médico.

  1. O software como dispositivo médico precisa ser registrado na ANVISA?

Sim, é necessário que o software passe pelos mesmos critérios de validação de segurança que são exigidos para dispositivos médicos convencionais.

  1. Qual a RDC que aborda a IA como ferramenta de apoio para análises regulatórias?

A RDC 982/2025 que oficializa o reconhecimento da Inteligência Artificial como critério complementar obrigatório de análises regulatórias e de gestão de certificados (CBPF/CBPDA).

  1. O que diz a RDC 657/2022?

O objetivo da RDC 657/2022 é dispor sobre os critérios da regularização de software como dispositivo médico (Software as a Medical Device - SaMD), definindo os requisitos sanitários estruturais do software como dispositivo médico e exigências de rastreabilidade contínua, validação clínica de eficácia e monitoramento rigoroso pós-mercado para evitar degradação algorítmica (data drift).

  1. O que diz a RDC 982/2025?

O capítulo 2 3 art°, § 3º da RDC 982/2025 dispõe que “o resultado baseado em modelos de Inteligência Artificial poderá ser utilizado como critério de gestão de risco, desde que atenda a padrões técnicos de consistência, proteção de dados, rastreabilidade e validação técnica da Anvisa.”

  1. Dispositivos médicos que utilizam IOT podem ser hackeados ou terem dados vazados?

Sim, mas devidos aos impactos negativos dessas possíveis recorrências a regulamentação exige Privacy by Design e governança contínua visando a proteção de dados sensíveis e confidencias do paciente.

  1. O que é a cybersegurança para proteção de dados sensíveis?

Definido pelo Guia 38/2020 a ANVISA define a cybersegurança como um ciclo de vida contínuo, uma vez que a responsabilidade da proteção de dados é compartilhada e que envolve o gerenciamento de riscos pré e pós mercado.

  1. Como é possível garantir a segurança dos dados do paciente durante o uso de softwares e IA em dispositivos médicos?

Através da arquitetura Zero Trust, que atua como uma membrana celular isolando os dispositivos médicos vulneráveis e sistemas legados, impedindo que um ataque de ransomware se mova lateralmente, contendo a violação e garantindo a continuidade do atendimento crítico.

  1. Quais setores atuam na proteção de dados em softwares como dispositivos médicos?

A inovação clínica e ética (LGPD), regulação sanitária e cybersegurança trabalham de forma conjunta para garantir a proteção de dados e requerimentos legais do software e IA como dispositivos médicos.

Nosso nosso canal de Youtube, publicamos um vídeo comentando sobre esse assunto. Clique AQUI e assista!

Não deixe de nos acompanhar para ficarem atualizados sobre as novidades que estão por vir sobre esse tema.

Imprimir Email